Olá!

Este artigo dará início à uma série voltada para as ramificações nas carreiras do mundo da tecnologia da informação e, nada melhor do que iniciar pelo mais comum. Tentarei descrever as funções e como é o mercado de trabalho para a profissão em questão, além de desmistificar de uma vez por todas, a diferença entre: Programador; Desenvolvedor de sistemas e Engenheiro de Software.

Você sabe o que o programador faz?

Se você imaginou uma pessoa sentada com um notebook, uma IDE aberta e dizendo para o chefe:
– Manda pra cá que eu faço!
Você acertou.

O programador é aquele cara que vai trabalhar diretamente e exclusivamente no código de um projeto. Ele é o responsável por digitar cada linha de instrução e fazer a mágica acontecer.
Para ser programador você deve ser fluente em pelo menos uma linguagem de programação e ter a famosa lógica de programação, para que saiba como deixar o código o mais legível, seguro e performático possível.

No Brasil, podemos dizer, que não é difícil para um programador conseguir emprego. Claro, reconheço que muitos empregadores brasileiros tem o péssimo hábito de exigir muito para pagar pouco. Não é difícil achar vagas para programador, onde o empregador exige – muitas vezes – fluência em quase 5 linguagens, o que não é o melhor cenário para quem está iniciando a carreira. Mas também podemos encontrar muitas vagas para estágio, que é onde se ganha a experiência necessária para brigar pelas melhores posições.
A média salarial de um programador em início de carreira no Brasil, parte dos R$ 1.765,81* para empresas de pequeno porte (até 499 funcionários). Lembrando que esta é a média salarial, pode e provavelmente há, salários inferiores.

 

Para evitar textos extensos, cansativos e chatos, irei dividir este assunto em 3 postagens. Na próxima tratarei da função de desenvolvedor de sistemas.

*Informação retirada do site: http://www.salariobr.com.br